Hexágono externo – a importância da base científica para a escolha das melhores soluções para os pacientes

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Hexágono externo – a importância da base científica para a escolha das melhores soluções para os pacientes

Em excelente artigo, o Professor Marco Bianchini observa que o Hexágono externo apresenta resultados muito positivos no longo prazo.

Um ponto de destaque do artigo do Professor Marco Bianchini é a tendência da constante busca de inovação pelas empresas atuantes no mercado. Isto é com certeza muito positivo, criando dinamismo e constante evolução tecnológica, porém devemos manter o foco também nas comprovações científicas relacionadas a produtos tradicionais que funcionam muito bem no longo prazo, sem demandarem atualizações radicais. É possível até afirmar que algumas “invenções” recentes poderiam plenamente ser substituídas por produtos que as próprias empresas desenvolvedoras já oferecem ao mercado.

Os hexágonos externos são um ótimo exemplo de como podemos nos valer de soluções tradicionais, comprovadamente eficazes. O próprio autor do artigo destaca que ele mesmo já acreditou que os HE estivessem ultrapassados e, durante algum tempo, acreditou que não se usaria mais este tipo de conexão. Com o passar dos anos e utilizando as novas conexões que vêm sendo apresentadas no mercado, ele pode perceber que, em muitas situações, o tradicional HE resolvia muito bem os problemas apresentados, com resultados muito positivos no longo prazo. Dependendo da realidade de casa caso clínico, ambas as soluções e abordagens (tradicionais ou atuais) têm potencial para ótimos resultados.

Ao longo de mais de 10 anos, controles de tratamento, que são imprescindíveis para a manutenção do sucesso ao longo dos anos, acabam demonstrando que os Hexágonos externos continuam funcionando muito bem em longos períodos de tempo. Assim, os profissionais da Implantodontia, chamando os seus pacientes para controle, percebem que a maioria dos casos de HE ainda se comportam muito bem, tanto clínica como radiograficamente. Mesmo assim, é sempre fundamental acompanhar e buscar atualização em relação às tendências tecnológicas e de procedimentos, que estão moldando o futuro da Implantodontia com base científica.

Confira o artigo na íntegra: INPN

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